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Subestação de alta tensão em Joinville: requisitos técnicos e aprovação na CELESC

O parque industrial de Joinville demanda infraestrutura elétrica robusta. Uma subestação de alta tensão em Joinville conectada à CELESC representa investimento estratégico para empresas com cargas elevadas. A cidade opera com sistema em 69 kV e 138 kV.

Os projetos seguem normas técnicas específicas da concessionária. A aprovação envolve estudos de viabilidade e conformidade com padrões de segurança.

O que caracteriza uma subestação de alta tensão em Joinville?

Uma subestação de alta tensão em Joinville opera principalmente em 69 kV e 138 kV. A CELESC mantém infraestrutura que conecta ao Sistema Interligado Nacional através de transformadores estrategicamente posicionados.

A Subestação Joinville Boa Vista exemplifica a capacidade local. Com transformadores de 66,6 MVA (138/69 kV) e 26,67 MVA (138/13,8 kV), totaliza 93 MVA instalados.

As subestações de alta tensão atendem principalmente o setor industrial. Metalúrgicas, fundições e plantas químicas demandam conexões em tensões elevadas.

O sistema de 69 kV atende consumidores entre 2 MVA e 20 MVA. A classe de 138 kV destina-se a plantas com demanda superior.

Quais normas regulam projetos de subestação em Joinville?

Os projetos de subestação elétrica em Joinville seguem normas específicas da CELESC. As Normas Técnicas da concessionária estabelecem requisitos para fornecimento em média e alta tensão no estado catarinense.

Isto é, a NBR 14039 regulamenta instalações até 36,2 kV. Acima dessa faixa, os projetos baseiam-se em especificações técnicas das concessionárias e boas práticas internacionais. A CELESC mantém documentação técnica que complementa as normas ABNT.

Dessa forma, as principais referências normativas incluem:

A concessionária exige que equipamentos sejam homologados. Transformadores, disjuntores e relés devem constar em lista de fabricantes aprovados. Equipamentos de proteção não homologados são rejeitados durante análise.

Quais proteções são obrigatórias em subestação de alta tensão?

O sistema de proteção garante segurança operacional nas subestações de alta tensão em Joinville. Para sistemas em 69 kV, as funções mínimas incluem sobrecorrente de fase (ANSI 50/51) e sobrecorrente de neutro (ANSI 50N/51N).

As proteções de sobretensão (ANSI 59) e subtensão (ANSI 27) completam o básico. Instalações em 138 kV exigem diferencial de transformador (ANSI 87T) e proteção contra falha de disjuntor (ANSI 50BF).

Os ajustes devem ser coordenados com parâmetros da rede CELESC. Isto é, os tempos permitem eliminação rápida de faltas sem comprometer estabilidade. A concessionária fornece dados de curto-circuito para cálculo da coordenação.

Como funciona o processo de aprovação na CELESC?

Aprovar um projeto de subestação de alta tensão em Joinville passa por etapas definidas. O processo inicia com uma consulta de viabilidade técnica que verifica disponibilidade de potência na rede existente.

O projeto elétrico deve ser elaborado por um engenheiro com CREA-SC ativo. A documentação engloba memorial descritivo, memorial de cálculo, diagramas unifilares e plantas. Os desenhos seguem formato específico da concessionária.

Durante análise, a CELESC pode solicitar adequações. Responder rapidamente acelera a aprovação. O prazo médio varia conforme complexidade e demanda regional.

Após aprovação, emite-se a ART junto ao CREA-SC. A execução deve seguir o projeto aprovado. Alterações durante construção exigem novo protocolo de aprovação.

Se informa ainda mais: Tudo sobre a termografia Elétrica em Joinville

Qual área mínima necessária para subestação em Joinville?

O dimensionamento da área de uma subestação de alta tensão em Joinville depende da classe de tensão. Instalações em 69 kV tipicamente requerem área mínima de 400 m² para arranjo básico.

Subestações em 138 kV exigem áreas superiores a 600 m² devido às maiores distâncias de isolamento. As distâncias de segurança entre equipamentos aumentam proporcionalmente à tensão.

O terreno deve permitir acessos para caminhões com transformadores. Considera-se também área para futuras expansões conforme crescimento da demanda industrial.

Quais equipamentos compõem uma subestação em Joinville?

Os equipamentos de uma subestação de alta tensão em Joinville devem atender especificações da CELESC. O transformador de potência rebaixa tensão para níveis utilizáveis nas instalações industriais.

Os disjuntores garantem interrupção segura em faltas. Para 69 kV, utilizam-se disjuntores a vácuo ou SF6. Em 138 kV, os disjuntores SF6 são predominantes pela maior capacidade.

As chaves seccionadoras permitem isolamento para manutenção. Os para-raios protegem contra surtos atmosféricos. Os transformadores de corrente (TCs) e potencial (TPs) formam sistema de medição para relés e faturamento.

O cubículo de proteção abriga relés digitais multifunção. A comunicação com sistemas supervisórios utiliza protocolos IEC 61850 ou DNP3 conforme exigência da concessionária.

Qual o sistema de aterramento exigido pela CELESC?

O sistema de aterramento representa aspecto fundamental em subestação de alta tensão em Joinville. A CELESC estabelece valores máximos de resistência conforme classe de tensão.

Para 69 kV, a resistência máxima admitida é de 10 ohms. Instalações em 138 kV exigem máximo de 5 ohms. Medições certificadas devem comprovar esses valores antes da energização.

A malha deve suportar correntes de curto sem gerar tensões perigosas. Os cálculos consideram resistividade do solo pelo método de Wenner. Equipamentos conectam-se via condutores de cobre nu 70 mm² mínimo.

Qual demanda justifica conexão em alta tensão?

A decisão por subestação de alta tensão em Joinville depende da carga instalada. A CELESC exige conexão em média tensão para cargas acima de 75 kW, conforme regulamentação.

Conexões em 69 kV tornam-se viáveis para demandas acima de 2 MVA. O custo de implantação da subestação abrigada justifica-se pela redução nas tarifas de energia.

Indústrias com processos contínuos avaliam custo total de propriedade. Dessa forma, o investimento inicial compensa-se em poucos anos através de menores custos operacionais.

Como funciona uma subestação de alta tensão em Joinville

Conte com a Aplica Engenharia para projetos de subestação em Joinville

Na Aplica Engenharia, desenvolvemos projetos completos de subestação de alta tensão em Joinville com conformidade às normas da CELESC. Nossa equipe possui experiência consolidada em aprovações para sistemas de 69 kV e 138 kV em diversos setores industriais catarinenses.

Oferecemos serviços integrados que abrangem desde o estudo inicial até comissionamento:

  • Elaboração de projetos elétricos com memoriais descritivo e de cálculo detalhados
  • Dimensionamento de equipamentos conforme especificações técnicas CELESC
  • Estudos de curto-circuito e coordenação de proteção parametrizada
  • Especificação técnica de transformadores, disjuntores e medição homologados

Realizamos acompanhamento durante aprovação junto à CELESC. Isso inclui tratativa de adequações, revisões de projeto e interface com área técnica da concessionária. Nossa metodologia reduz retrabalho e agiliza aprovações, garantindo conformidade desde concepção.

Atendemos empresas em Joinville, região norte de Santa Catarina e demais localidades. Entre em contato para conhecer como podemos auxiliar no seu projeto de subestação.

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gerson

Engenheiro de controle e automação, com atuação em projetos elétricos em usinas, subestações e outras áreas.

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